Polícia

Morre segundo convidado eletrocutado em festa de casamento em MS

Gustavo morreu ao tentar salvar o amigo, Pedro Henrique, que já havia recebido uma descarga elétrica

Pedro Henrique, à esquerda, e Gustavo Henrique, à direita – (Fotos: Arquivo Pessoal)

“Nossos corações estão sangrando”, declarou a família de Gustavo Henrique Camargo, ao confirmar a morte do rapaz, na noite deste domingo (22), na Santa Casa de Campo Grande (MS).

Gustavo tinha 32 anos e é a segunda vítima de um cabo de aço de tirolesa, que estava em contato com um fio de energia, e teria provocado descargas elétricas mais cedo, matando também Pedro Henrique, de 22 anos, durante uma festa de casamento em uma chácara na cidade de Bonito, em Mato Grosso do Sul.

A comemoração acontecia desde sábado (21) em uma chácara particular, localizada a aproximadamente 16 quilômetros da área urbana do município, e os rapazes teriam sido eletrocutados na manhã deste domingo (22).

Conforme os familiares, o acidente aconteceu enquanto alguns convidados tomavam banho em um açude da propriedade. Na ocasião, Pedro Henrique teria descido por uma tirolesa instalada no local e, ao tocar na água, teria recebido uma descarga elétrica.

Algumas pessoas que estavam no açude tentaram socorrer Pedro utilizando uma corda. Ao tentar ajudar o amigo, Gustavo também teria sido atingido por uma descarga elétrica e perdido a consciência.

Mortes causaram comoção em Mato Grosso do Sul e deixaram famílias desoladas – (Foto: Arquivo Pessoal)

As vítimas foram socorridas e levadas ao Hospital Darci João Bigaton, em Bonito. Assim que deu entrada, Pedro não resistiu e morreu na unidade. Já o amigo que tentou salvá-lo foi transferido em estado grave para a Santa Casa de Campo Grande, mas veio a óbito durante a noite deste domingo.

Testemunhas que estavam na festa se manifestaram nas redes sociais e afirmaram, através de publicações, que as mortes não ocorreram por afogamento e sim pelo choque elétrico provocado pelo cabo de aço da tirolesa.

Convidado do casamento, Pedro morava em um assentamento a cerca de 4 quilômetros da cidade de Vicentina, em Mato Grosso do Sul. Gustavo era morador do mesmo município.

Fonte: Midiamax.

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