Polícia

Morte de fisioterapeuta de 51 anos é lamentada pelo Conselho Regional

Fabiola foi encontrada morta em uma chácara na área rural de Campo Grande

Polícia Civil apreendeu armas em chácara onde fisioterapeuta foi encontrada morta em Campo Grande

Fabiola Marcotti, de 51 anos, encontrada morta no final da manhã desta segunda-feira (18), em uma chácara na área rural de Campo Grande, era fisioterapeuta. Nas redes sociais, o Crefito-13 (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 13ª Região) lamentou a morte dela.

A Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) não revelou mais detalhes sobre a morte da Fabiola na chácara que pertence a um médico cardiologista, de 78 anos. No entanto, as informações preliminares indicam que, no corpo da fisioterapeuta, havia possivelmente marca de tiro.

O Crefito-13 manifesta profundo pesar pelo falecimento da fisioterapeuta Dra. Fabiola Marcotti. Neste momento de tristeza, expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e colegas de profissão, desejando força e conforto para todos“, diz a nota do Conselho.

Outras pessoas comentaram lamentando a morte dela: “Meus pêsames”; “Descanse em paz”.

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Médico levado para a Deam

O médico cardiologista, de 78 anos, companheiro da Fabiola, foi encaminhado para a delegacia. Na chácara, havia diversas armas — algumas delas estavam sem registro.

Segundo a delegada Analu Lacerda Ferraz, adjunta da Deam, o médico foi encaminhado para a sede da especializada por outro crime, que neste momento não tem relação com a morte da companheira. Entretanto, para não antecipar ou atrapalhar as investigações, não foram revelados mais detalhes.

“A história não está fechada, ele está sendo preso por outro crime. Tinha algumas armas sem registro e está sendo verificado; algumas documentações estão sendo levadas para a delegacia. Vai ser analisada essa documentação, e eles [médico e testemunhas] serão ouvidos na delegacia. Mas não fechamos se foi suicídio ou feminicídio”, disse a delegada Analu.

Já o advogado José Belga Assis Trad, que está acompanhando o caso em defesa do médico neste momento, pontuou que o cardiologista nega que tenha matado Fabíola; no entanto, tudo está sendo apurado.

“Neste primeiro momento, tudo está sendo apurado. Ele nega. Vão ser colhidos os depoimentos e, depois, a delegada responsável vai decidir quais encaminhamentos a autoridade policial considera, na sua ótica, que são os encaminhamentos corretos”, disse José.

Fonte: Midiamax.

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