Parte do dinheiro, o golpista gastou apostando em jogos de azar

Uma professora de 35 anos, moradora de Batayporã, cidade situada a 310 quilômetros de Campo Grande, de 11 mil habitantes, justamente no dia de Natal perdeu cerca de R$ 30 mil ao deixar o seu celular para consertar, com um técnico de informática.
Conforme a professora, ela disse na delegacia ter sido tapeada por um conhecido, técnico em informática, que pegou seu celular, com sua autorização, a senha e todos os petrechos para fazer uns reparos na tela do aparelho.
Um dia depois, a professora descobriu o pior: o golpista, que se apresenta como técnico, invadiu o banco da correntista e tirou de lá R$ 30 mil, por meio de Pix e outras operações, segundo o site Jornal da Nova.
No boletim de ocorrência, o rapaz já era conhecido da vítima por prestar serviços parecidos ao que também queria em lojas da cidade. As transferências de dinheiro tirado da conta da professora surgiram na antevéspera de Natal, dia 23. Ela levou um susto ao saber do golpe enquanto consultava a conta bancária. Notou que o saldo estava zerado.
O rapaz sustentou à vítima que era dependente de jogos, daqueles achados em plataformas digitais, o chamado jogo do Tigrinho, um deles.
A Polícia Civil de Batayporã vai tocar as investigações.
Realizar transações com o cartão e senha do titular, sem o seu conhecimento ou consentimento para aquela transação específica, pode ser considerado furto mediante fraude.
Fonte: Midiamax.