Presidente do União em MS disse que federação amplia possibilidade de diálogo

A presidente do União Brasil em Mato Grosso do Sul, Rose Modesto, disse que a União Progressistas é “momento histórico para o Brasil e para o nosso Estado”. Os partidos oficializaram o pacto federativo nesta terça-feira (29).
Além disso, afirmou que a federação com o Progressistas “amplia as possibilidades de diálogo e construção de políticas públicas. Mais cedo, ao Midiamax, Rose comentou sobre os projetos do União na federação.
Cotada para integrar a executiva nacional da federação, Rose Modesto ressalta a força política da união das legendas: “Difícil não ter projeto próprio pelo tamanho da federação”.
No entanto, pontuou que as lideranças nacionais da federação tomarão a decisão até dezembro. Participam da liderança da Federação os dois presidentes: Antonio Rueda (União) e Ciro Nogueira (PP).
No evento, Tereza Cristina criticou a situação do Brasil e diz que União Progressistas forma ‘bloco forte’.
União Progressistas
A Federação União Progressistas conta com 14 senadores e 109 deputados. De MS, são Tereza Cristina, a progressista por Mato Grosso do Sul no Senado, e Luiz Ovando, na Câmara.
Rose Modesto comanda o União Brasil em Mato Grosso do Sul. O PP tem Tereza Cristina como presidente.
Conforme Rose, o União Brasil possui maior número de integrantes no Congresso e deve ficar com o comando nacional da federação. Rose é pré-candidata a uma vaga no Congresso Nacional e adiantou que há possibilidade de que 5 das 9 vagas da chapa fiquem com o PP, mas a questão ainda será definida.
Em relação ao Senado, a senadora Tereza Cristina adiantou ao Jornal Midiamax que há conversas sobre um nome, mas que também será avaliado. O evento acontece no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, a partir das 15h (de Brasília).
Por fim, regionalmente, MS ainda conta com Gerson Claro e Londres Machado pelo Progressistas na Alems (Assembleia Legislativa de MS) e Roberto Hashioka pelo União.
O que é uma federação?
A federação partidária é modelo regulamentado desde 2021 e permite duas ou mais legendas atuarem como uma. A união acontece por período mínimo de quatro anos, duas eleições — uma municipal e outra geral.
Então, no período de federação, as legendas partidárias devem atuar de forma unificada nas disputas eleitorais. Ou seja, definem em conjunto sobre as candidaturas que vão representar ambas.
Fonte: Midiamax.